2º Ciclo Expositivo 2019
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2º CICLO EXPOSITIVO 2019
29 junho a 6 outubro

GEOMETRIA SÓNICA

Francisco Janes, Francisco Queimadela e Mariana Caló, Jonathan Uliel Saldanha, Laetitia Morais, Manon Harrois, Miguel Leal, Mike Cooter, Pedro T
udela, Ricardo Jacinto e Pedro Tropa, Sara Bichão, Tomás Cunha Ferreira
Coprodução ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas
/ Governo dos Açores
Curadoria Nuno Faria

CARLOS BUNGA | Arquitetura da Vida
Coprodução
MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia / Fundação EDP
Curadoria
Iwona Blazwick

O som é matéria incontornável através do qual se constroem as peças de Geometria Sónica, exposição do 2º ciclo do ano no CIAJG, fruto de uma coprodução entre este museu e o ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas e o Governo dos Açores. Até abril e durante mais de um ano, 13 artistas foram desafiados a colaborar para criar a partir dos Açores e tendo como ponto de partida o Arquivo de Som e Imagem da RTP. Francisco Janes, Francisco Queimadela e Mariana Caló, Jonathan Uliel Saldanha, Laetitia Morais, Manon Harrois, Miguel Leal, Mike Cooter, Pedro Tropa, Pedro Tudela, Ricardo Jacinto, Sara Bichão e Tomás Cunha Ferreira, todos criadores cujas obras e pesquisas incorporam o som como material ou como estrutura conceptual, foram os escolhidos para três exposições Arquipélago de que o CIAJG recebe agora uma seleção de obras.

Fruto de uma outra coprodução, desta feita com o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, de Lisboa, onde esta exposição se apresentou inicialmente, em novembro do ano passado, Arquitetura da Vida: Ambientes, esculturas, pinturas e filmes é a primeira grande revisão da obra do artista português Carlos Bunga, radicado desde há uma década em Barcelona.
Esta mostra reúne obras de diferentes períodos, ao longo de 15 anos de produção do criador, mas também distintas linguagens e meios, como o título da exposição antecipa. A sequência de peças apresentada em Arquitetura da Vida começa com a criação que o levou à sua primeira participação numa bienal de arte contemporânea, a Manifesta 5, em San Sebastian, Espanha, em 2004, e termina com um conjunto de obras produzidas especificamente para esta exposição, incluindo ainda outras peças nunca antes apresentadas em Portugal. Facilmente reconhecível pela criação de maquetas e peças escultórias com recurso de materiais quotidianos – do papelão à tinta de uso doméstico e à fita adesiva –, a arte de Bunga tem outros aspetos menos evidentes, que esta exposição, que tem curadoria de Iwona Blazwick, tenta captar, dando atenção sobretudo aos processos, elemento central da sua forma de trabalho.

PROGRAMA DE INAUGURAÇÃO

SÁBADO 29 JUNHO

17H00
Conferência com Emanuele Coccia

21H30
Inauguração das Exposições

23H00
Performances/Concertos
Noite Sónica
Ricardo Jacinto e Pedro Tropa
Manon Harrois
Francisco Janes
Tomás Cunha Ferreira
Pedro Tudela

DOMINGO 30 JUNHO

11H00
Oficina para Famílias
Máquina de Fazer Museus | Ver o invisível
Nuno Preto