Germain Viatte / Conferência: Georges Henri Rivière
Fernand Leger_La Joconde aux Clés, 1930. Musee National Fernand Leger, Biot, France © Fernand Leger_
Fernand Leger_La Joconde aux Clés, 1930. Musee National Fernand Leger, Biot, France © Fernand Leger_
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Germain Viatte
Conferência: Georges Henri Rivière
Quinta 13 setembro, 18h30

Gostaria de aproveitar a oportunidade proporcionada por esta conferência, organizada por ocasião da exposição Georges Henri Rivière, Voir c'est comprendre (Georges Henri Rivière, Ver é compreender), para partilhar algumas ideias sobre a sua excecional contribuição para o mundo dos museus. Eluard escolheu a expressão – ver é compreender – acrescentando: “é julgar, transformar, imaginar, esquecer, ou esquecer-se a si mesmo, ser, ou desaparecer”.

Esta conferência é dedicada a Georges Rivière – uma figura sedutora, adulada e misteriosa, extremamente ativa ao longo da sua vida, multiplicando os desafios em sintonia e, derradeiramente, talvez em contradição com a sua época.

Germain Viatte trabalhou como inspetor de museus fora de Paris em 1963, contribuiu para a criação do centro nacional francês de arte contemporânea (CNAC) em 1967 e depois para a programação do Centro Georges Pompidou de 1969 a 1977, onde estabeleceu o Departamento de Recurso Documental. Em 1979, foi responsável pelas coleções no Museu Nacional de Arte Moderna (MNAM) e também organizou uma série de exposições [Paris-Paris, 1981; Paul Eluard e ses amis peintres (Paul Eluard e seus amigos pintores), 1982; Présences polonaises (Presenças polacas), 1983; Japon des avant-gardes (Japão Avant-Garde), 1985]. Tornou-se diretor dos museus de Marselha em 1985, reorganizando-os e apresentando uma série de exposições, incluindo La Planète affolée (1986) e Peinture-Cinéma-Peinture (Pintura-Cinema-Pintura), 1989. Liderou a Inspeção de Museus Franceses de 1989 a 1990, antes de regressar ao Centre Pompidou, onde liderou a MNAM de 1992 a 1997. De 1997 a 2006, foi diretor do projeto de museografia do Musée du Quai Branly.

Lotação 198 lugares
Entrada livre, até ao limite da lotação da sala