Em fevereiro de 2019, num contexto sociopolítico que mais do que em nenhuma outra era da história moderna da humanidade parece colocar insidiosamente em causa os valores da diversidade ecológica e humana, inaugura o ciclo sonhado, dedicado ao Pensamento Ameríndio. De facto, é a antecipação de uma certa consciência do fim que parece ligar discursos artísticos que pareciam distantes e dissonantes uns dos outros. Reúnem-se no tempo anacrónico e imponderável do museu para celebrar a beleza do encontro e a vitalidade do sopro.