João Botelho “Só acredito num deus que saiba dançar”
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Livro da exposição
João Botelho "Só acredito num deus que saiba dançar"
O cinema e o imaginário da arte


A frase que dá título à exposição de João Botelho (1949) é uma máxima do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, inscrita num dos mais famosos e influentes livros do autor “Assim falou Zaratustra, um livro para todos e para ninguém”, escrito entre 1883 e 1885. A dança está frequentemente presente nos filmes e é omnipresente na vida de João Botelho, um dos mais singulares realizadores contemporâneos. A exposição que o CIAJG apresentou não é uma exposição clássica sobre a obra de um cineasta, mas antes a construção de um atlas de referências e de afinidades que procura dar a ver as múltiplas e profundas relações que com o imaginário da arte, desde a pré-história à contemporaneidade, detendo-se sobre a pintura, dos séculos XVI e XVII sobretudo, mas também mais recente, o cinema de Botelho ensaia. Aqui, o desafio é o da mudança de contexto, de escala e de suporte, mas, sobretudo, o de outra temporalidade e de uma experiência percetiva proposta ao espetador radicalmente distinta da do espaço abstracto da sala de cinema. [Nuno Faria]
 
Edição
A OFICINA, CIPRL
Sistema Solar (DOCUMENTA)
Coordenação Editorial
Nuno Faria
António Rodrigues
Desenho Gráfico
Atelier Pedro Falcão
Proporção
[2:3] - 16 × 24 cm
Tipos de letra
Verdigris
Githic 720
PP.
160
Produção Executiva
Pedro Silva
Textos
António Rodrigues
Bernardo Pinto de Almeida
Fernando Cabral Martins
Nuno Faria
Tradução
Martin Dale
Revisão
Cristina Guerra
Helena Roldão
Fotografia
Vasco Célio e/and Ricardo Nascimento – STILLS
Cinemateca Portuguesa
Pré-Impressão, impressão acabamento
Gráfica Maiadouro
Tiragem
500
ISBN
978-989-8474-28-5 (A OFICINA, CIPRL)
978-989-8566-76-8 (Sistema Solar | DOCUMENTA)
Depósito Legal
382 531/14
Junho 2014
PVP: 20 euros