Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós
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Máscaras
Bijagós, Guiné-Bissau
Madeira, pigmentos
45,5 x 40,5 x 37cm


Entre os Bijagós, as virtudes marciais são cultivadas durante um longo processo de aprendizagem organizado por classes de idade, que convoca o conhecimento acerca dos comportamentos, capacidades e virtudes dos mais poderosos animais da terra e do mar. Enquanto os rapazes mais novos usam máscaras de bezerros e peixes, os mais velhos, mas ainda não iniciados, usam as de touro, tubarão ou espadarte. Qualquer uma das danças destas máscaras é imprevisível e violenta de acordo com o caráter do animal e a sua natureza incontrolável. A corda que atravessa as narinas de alguns destes exemplares, indica que o iniciado é como um touro amarrado, que pertence à classe que antecede a iniciação, ou seja, é um ser cuja força só então irá começará a ser trabalhada.

Bibliografia: Françoise Gallois Duquett, in Allen F. Roberts, 1995, Animals I African Art – from familiar to the marvelous, Nova Iorque, Prestel, Museum for African Art, pág. 112
Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós, Guiné-Bissau 36 x 45 x 27
Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós, Guiné-Bissau 36 x 45 x 27
Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós, Guiné-Bissau 49 x 39 x 28 cm
Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós, Guiné-Bissau 49 x 39 x 28 cm
Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós, Guiné-Bissau 61 x 38 x 31 cm
Máscaras Bijagós
Máscaras Bijagós, Guiné-Bissau 61 x 38 x 31 cm