Para além da História
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Para além da História
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães

Obras de Daniel Barroca, Mestre Caçoila, Hugo Canoilas, Pedro Valdez Cardoso, Filipa César, Mattia Denisse, José de Guimarães, Otelo Fabião, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, Manuel Santos Maia, Rui Moreira, Pedro A. H. Paixão, Teixeira de Pascoaes, Thierry Simões, f. marquespenteado (artista em residência)

Obras das coleções de:
Museu de Alberto Sampaio
Sociedade Martins Sarmento
Museu da Irmandade de São Torcato
Museu da Agricultura de Fermentões
Associação Artística da Marcha Gualteriana
Veneravél Ordem Terceira de São Francisco

A exposição define e explana o futuro âmbito programático do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), uma estrutura dedicada à arte contemporânea e às relações que esta tece com artes de outras épocas e de diferentes culturas, tendo como chão o importante e singular trabalho de colecionador que o artista José de Guimarães vem articulando com a sua própria obra, como se fossem duas faces da mesma moeda.
De facto, o CIAJG junta peças das três coleções que José de Guimarães vem reunindo há cerca de cinco décadas - arte tribal africana, arte pré-colombiana (México, Peru, Guatemala, e Costa Rica) e arte arqueológica chinesa -, obras da autoria do artista e de outros artistas contemporâneos e objetos do património popular, religioso e arqueológico de Guimarães, num roteiro espiritual e simbólico que descreve um arco geográfico e temporal que tem origem na sua terra natal - a cidade de Guimarães - e que atravessa civilizações de três continentes com culturas ricas e complexas, para regressar ao lugar de origem, proporcionando uma reflexão sobre a diversidade enquanto forma de construção da identidade.
Para Além da História está organizada em quatro blocos - A Origem, Emergência, Núcleo Mole e A Festa - que se subdividem em núcleos organizados de forma mais ou menos aberta. Neles, os objetos circulam livremente procurando relações escondidas, insuspeitas, obscuras, ou, por outro lado, evidentes e luminosas. É importante atentarmos ao facto de que entre alguns destes objetos existem milhares de anos de distância.
O ponto fulcral é afinal o indivíduo que, aqui e agora, com a experiência que quotidianamente acumula, se confronta com este conjunto vasto e diverso de objetos feitos por mão de homem, que a história quis categorizar e hierarquizar e que, colocados lado-a-lado, voltam a ser questionados por aquilo que potencialmente são: objetos que celebram a vida e a morte, que procuram o sentido das coisas, instrumentos que nos ligam ao mundo, objetos transitivos e relacionais que aproximam as pessoas.

Folha de Sala_Serviço Educativo