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QUINTA 5 MAIO, 10H00

Laboratório Vivo com Raphael Fonseca

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Com quantas palavras se faz uma quimera?
Dirigido aos alunos do 3.º ano da LAV UM

O curador Raphael Fonseca desenvolve atualmente uma exposição no CIAJG intitulada “Garganta”. Reunindo 14 artistas, esta exposição coletiva observa as gárgulas, as gargantas e o avesso das normas. Partindo de uma das gárgulas da Igreja de Nossa Senhora de Oliveira, no centro histórico de Guimarães, que chama a atenção devido à “curiosa” presença de uma gárgula em autofelação, Raphael Fonseca procura investigar através da prática de artistas contemporâneos, as fronteiras entre a normatividade e a “monstruosidade”.


No Laboratório Vivo, Raphael Fonseca irá percorrer as várias etapas do processo expositivo, exercitando juntamente com os alunos perguntas e indagações sobre “como se constrói uma exposição”, “que significados produz”, ou “com quantas palavras se faz uma quimera?”.


“Laboratório Vivo” é uma ação que conecta artistas convidados e estudantes da Escola de Arquitetura, Arte e Design, com o objetivo de desenvolver pensamento crítico e de potenciar troca de experiências, processos de trabalho e percursos artísticos.


O “Laboratório Vivo" com o curador Raphael Fonseca é uma ação do projeto “Triangular”, uma parceria entre o CIAJG / Centro Internacional das Artes José de Guimarães, o Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura (CAAA) e a Licenciatura em Artes Visuais da Escola de Arquitetura, Arte e Design (Universidade do Minho), sendo uma atividade dirigida aos estudantes e docentes da Universidade do Minho.

Biografia Raphael Fonseca

Raphael Fonseca é pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Desde 2021 trabalha como curador associado de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum, nos Estados Unidos. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prémio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015). Curador residente do Institute Contemporary Arts Singapore (2019) e da Manchester School of Art (2016). Recentemente realizou a curadoria das exposições "Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil" (2022, SESC 24 de Maio, São Paulo, curador-geral); "Sweat" (2021, Haus der Kunst, Munique, cocuradoria de Anna Schneider) e de “Vaivém” (Centro Cultural Banco do Brasil, 2019-2020). É curador, junto com Renée Akitelek Mboya, da 22.ª edição da Bienal_Sesc_Videobrasil ,em 2023.

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